

Um pouco sobre mim...

Trabalho a partir da construção de uma relação terapêutica segura e confiável, que possa acolher a singularidade e a subjetividade de cada pessoa.
Ofereço uma presença clínica atenta e consistente para que sentimentos, conflitos e diferentes modos de estar no mundo possam ser reconhecidos, favorecendo a continuidade do processo de amadurecimento emocional.
A escuta é empática e a interação, ativa e criativa. Ambas se apoiam em uma compreensão profunda das relações humanas e no, entendimento, de que o desenvolvimento pessoal é favorecido por um ambiente de confiança e cuidado.
Ao longo da minha trajetória clínica, fui construindo uma compreensão que considera não apenas o sofrimento apresentado, mas também a história, os vínculos e as condições em que cada pessoa pôde se desenvolver. Foi nesse percurso que me aproximei da psicanálise winnicottiana.



Formação e percurso profissional


Donald Winnicott

A psicanálise possui diferentes correntes e perspectivas. Desde sua criação por Sigmund Freud, no final do século XIX, muitos psicanalistas desenvolveram novos conceitos e formas de compreender a experiência humana, a partir de suas observações, experiências clínicas e reflexões teóricas.
Esses desenvolvimentos deram origem a diferentes escolas dentro da psicanálise, cada uma oferecendo um olhar particular sobre o sofrimento humano e o processo terapêutico.
Sempre me identifiquei especialmente com as ideias de Donald Winnicott, psicanalista britânico que destacou a importância do ambiente e das relações iniciais no processo de amadurecimento emocional.
Na perspectiva Winnicottiana, o amadurecimento emocional acontece na relação entre o indivíduo e o ambiente. Quando esse ambiente não consegue oferecer, em determinados momentos, as condições necessárias para sustentar esse processo, diferentes formas de adaptação e defesa podem se constituir.
Esse sofrimento pode se manifestar de diferentes maneiras, como ansiedade, depressão, fobias, compulsões, dependência emocional, dificuldades na elaboração do luto e manifestações psicossomáticas.
Na clínica, busco compreender, a partir da história singular de cada pessoa, como essas formas de existir e de se proteger foram sendo construídas e em que momentos seu processo de amadurecimento pode ter encontrado dificuldades ou interrupções.
A partir dessa compreensão, o manejo clínico e as interpretações são pensados de acordo com as necessidades de cada paciente, favorecendo a possibilidade de retomar aspectos do amadurecimento emocional e construir modos mais próprios e espontâneos de estar e existir no mundo.

